A 18ª edição do Brasileirão Série D se encerrou neste domingo (13) com festa do Uberlândia no Parque do Sabiá. Diante do aguerrido ASA, os donos da casa empataram por 1 a 1, confirmaram o título do torneio e colocaram números finais em uma temporada histórica da competição.
A CBF estreou neste ano as mudanças preparadas para a Série D, em ações que fizeram parte da reformulação do calendário profissional masculino para garantir mais jogos, organização e fomento à base da pirâmide do futebol brasileiro. Entre as novidades, estiveram o aumento de clubes (64 para 96), partidas (510 para 610) e cotas de participação (de R$ 40 milhões para R$ 65,5 milhões distribuídos entre os times), além da criação dos play-offs de acesso.
O diretor de Competições da entidade, Julio Avellar, destacou os avanços obtidos pela Série D e parabenizou o Uberlândia pelo título e o ASA pela ótima campanha construída ao longo da temporada.
“Quero exaltar o trabalho que a CBF tem feito sob a capitania do presidente Samir e sua gestão. Tivemos uma Série D completamente renovada, que passou de 64 para 96 clubes, dando mais oportunidade para equipes do cenário nacional. Isso é fomento, é desenvolvimento. Foram 610 partidas, 100 a mais do que no ano passado. Ou seja, uma série de impactos positivos. Parabéns ao ASA, que lutou bravamente, e ao Uberlândia, que foi um time muito consistente na temporada”, disse.
Nos 610 duelos, a Série D registrou 1.389 gols, média de 2,28 tentos por jogo. Além do Uberlândia e do ASA, ABC e Gama, eliminados na semifinal, também garantiram o acesso à Série C de 2027, assim como Nacional-AM e Goiatuba-GO, que se classificaram pelos play-offs.


